
O Procon Tocantins notificou 120 postos de combustíveis no estado para explicar sobre as altas dos preços. A fiscalização do órgão começou após consumidores relatarem aumento repentino, principalmente no diesel.
Em Palmas, dois postos já foram autuados por indícios de irregularidades, incluindo aumento nas bombas acima do reajuste recebido das distribuidoras. Os estabelecimentos terão prazo para apresentar defesa.
O litro da gasolina variou ao longo da semana entre R$ 6,99 e R$ 7,19, com promoções via PIX chegando a R$ 6,89 na Capital.
O alta também chamou a atenção do Ministério Público do Tocantins, que abriu investigação para apurar possíveis práticas abusivas em cidades do sul do estado.
Enquanto isso, no cenário internacional, a alta do petróleo, impulsionada pelas tensões no Oriente Médio, também pressiona o mercado de combustíveis.
Em nota, o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Estado do Tocantins, (Sindiposto-TO) se manifestou sobre a fiscalização e a formação de preços. A entidade afirmou que é natural que órgãos de defesa do consumidor realizem esse tipo de ação.
Conforme o Sindiposto-TO, diante das recentes movimentações do mercado internacional de petróleo e do impacto sobre os preços dos combustíveis, é comum que órgãos como o Procon realizem fiscalizações e solicitem notas fiscais de compra aos revendedores.
A entidade destacou que essas solicitações fazem parte do acompanhamento regular do mercado e refletem a pressão da sociedade por mais transparência na formação dos preços.
O sindicato também explicou que o setor de combustíveis possui uma cadeia longa e complexa, que começa na produção de petróleo, passa pelo refino, importação, logística e distribuição, até chegar ao posto revendedor.
Ainda segundo a nota, o posto é o último elo dessa cadeia e, na prática, apenas repassa ao consumidor final as variações de custos que ocorrem ao longo do processo. O Sindicato destaca que, em períodos de tensão no cenário internacional, como o atual conflito no Oriente Médio, considerado por analistas um dos mais relevantes das últimas décadas, é natural que ocorram oscilações no mercado global de petróleo, o que pode impactar os preços praticados no Brasil.
O Órgão reforçou ainda que o mercado de combustíveis funciona em regime de livre concorrência e que os preços são formados a partir de diversos fatores, muitos deles externos ao país.
A entidade informou que segue acompanhando atentamente o cenário internacional e seus reflexos no mercado nacional.
NOTA À IMPRENSA
Diante das recentes movimentações do mercado internacional de petróleo e do impacto sobre os preços dos combustíveis, o Sindicato dos Revendedores de Combustíveis do Estado do Tocantins (Sindiposto-TO) informa que é natural que órgãos de defesa do consumidor, como o Procon, realizem ações de fiscalização e solicitem notas fiscais de compra dos revendedores.
Essas solicitações fazem parte do trabalho regular de acompanhamento do mercado e também refletem a forte pressão da sociedade para que haja transparência na formação dos preços. É importante que os revendedores compreendam que esse tipo de procedimento é comum em momentos de maior instabilidade nos preços dos combustíveis.
O setor de combustíveis possui uma cadeia longa e complexa, que envolve desde a produção de petróleo, passando pelo refino, importação, logística e distribuição, até chegar ao posto revendedor. O posto é o último elo dessa cadeia e, na prática, repassa ao consumidor final as variações que ocorrem ao longo desse processo.
Em períodos de tensão no cenário internacional — como o atual conflito no Oriente Médio, considerado por analistas um dos mais relevantes das últimas décadas — é natural que ocorram oscilações no mercado global de petróleo. Essas variações acabam refletindo nos custos ao longo de toda a cadeia e podem chegar aos preços praticados no Brasil.
O Sindiposto-TO reforça que o mercado de combustíveis funciona em regime de livre concorrência e que os preços são formados a partir de diversos fatores, muitos deles externos ao país. O setor segue acompanhando atentamente o cenário e suas repercussões no mercado nacional.
Wilber Silvano de Sousa Filho
Presidente do Sindiposto-TO








DEIXE O SEU COMENTÁRIO